junho/2015
Desde que a unidade da Boca do Rio foi instalada, temos o prazer de papear com ele. Basta chegarmos na praça que ele vem relatar o que houve, que as pessoas pegam livros e não deixam nada no lugar, que tem gente que doa livros e que ele está de olho...
A gente sempre diz pra ele que não há problema, que iremos repor com frequência e que um dia, a unidade terá doadores frequentes.
Ele ri e diz: "- assim espero!"
É o primeiro a conferir o acervo e levar livros para os netos.
Hoje fomos beber uma água de coco quando acabamos a reposição dos livros, ele não queria deixar que pagássemos pelo coco, dizemos que fazíamos questão, ele riu, entreguei o dinheiro, ele abaixou a cabeça e disse que não se sentia bem com o fato de cobrar de nós...
Pagamos dois cocos, um de hoje e o próximo. E ainda pedimos a foto!
Só de lembrar que há um mês atrás quando instalamos a unidade, nos informaram que ela não duraria 24 horas... Isso nos emociona, nos move e nos faz ter esperança de conseguir tocar outros corações por um mundo melhor e com mais ações transformadoras promovidas pela iniciativa privada.
Careca, tu é o cara!
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